I am confident that Fifa will see the benefits in supporting an initiative that aims to crack down on cheats in football (1,2)
SFA chief executive Gordon Smith
No desporto a
batota acontece, desde que haja competição. Sempre existiram
e continuaremos a ver pessoas, para quem ganhar é
O objectivo.
Independentemente da forma como se vença, para muitos adeptos, o
importante é ver as suas equipas ou os atletas da sua simpatia
terem sucesso. Para muitos atletas também, apesar de terem o
dever ético
de respeitar as regras da modalidade
desportiva que praticam, de respeitar os seus adversários de
competição e o público que assiste, o importante para eles é
vencer, vencer, vencer!... Mas quando esses êxitos são
resultado da prática de batota, não é legítimo que se premeie o
burlão em detrimento daquele que honestamente competiu com ele.
Para prevenir que tal aconteça, existem regras em todas as
competições, conhecidas (?) dos seus praticantes, treinadores,
dirigentes e que deveriam sê-lo também, do público
adepto.
Ao longo dos tempos, têm sido discutidas formas de combate à trapaça no desporto. Sabendo nós da existência de vários atletas e até equipas que foram duramente castigados pelo seu comportamento anti-desportivo, recorrendo à batota das mais variadas e requintadas formas, também sabemos como a mesma, nomeadamente no futebol, trouxe igualmente fama e sucesso aos seus praticantes (2,3). Apesar de alguma batota ter o condão de parecer uma obra de arte, não deixa de ser bastarda e como tal, ilegítima. Julgo concordarmos que se todos fizéssemos batota qualquer que fosse a actividade, o resultado seria desastroso para a sociedade. Daí pensar com justa causa que as acções ilegítimas, ostensivamente praticadas pelos atletas, com a finalidade de obterem ganhos a seu favor, devam ser exemplarmente punidas. A bem do desporto, da moral (que parece ser palavra/conceito há muito colocada no baú) e da salutar convivência entre as pessoas.
Vários têm sido os agentes desportivos que defendem a utilização dos meios tecnológicos para uma maior transparência, nomeadamente no futebol. Nesta modalidade têm os mesmos, encontrado a frontal resistência da FIFA que parece preferir ter um batalhão de árbitros no terreno do que tal blasfémia consentir. E então, até que sim ou até que não, a batota vai-se fazendo e os "artistas" da mesma, continuarão deliciando-se com os anjinhos que tais tropelias lhes vão sofrendo.
Consequentemente e na falta dos tão propalados e desejados meios tecnológicos no futebol, porque não endurecer o castigo aos batoteiros? Um simulador que cai dentro da área adversária (vídeos: a, b, c, d, e ), levando o árbitro ao engano, marcando grande penalidade contra a equipa vítima deste logro, não deveria ser punido? Mas como, se não puderem recorrer aos tais meios audiovisuais complementares que reponham a verdade? E se aquilo que o árbitro viu foi uma falta dentro da área, pretensamente provocada pelo defensor? Mas mesmo na falta deles, defendo maior castigo ao batoteiro, aumentando ainda mais a confiança no juiz da partida, mas também da sua responsabilidade. Ou seja, se qualquer simulador de cuja acção velhaca, pudesse vir a resultar a marcação de uma grande penalidade, a expulsão de um colega da equipa adversária, ou a marcação de um golo irregular, esse burlão deveria ser punido com o cartão vermelho directo e consequente expulsão. Podia ser que assim pensassem duas vezes, antes de fazer batota...a bem do desporto.
Saudações desportivas,
Águaaferver
rute ( bloguejunior )
Sat 28 Feb 2009 01:36